Sony Tira Ainda Estou Aqui dos Cinemas Após Baixa Procura

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Sony Tira Ainda Estou Aqui dos Cinemas Após Baixa Procura

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A Folha de S.Paulo teve acesso a uma troca de e-mails entre a empresa e um cinema em São Paulo

A distribuidora do filme “Ainda Estou Aqui” no Brasil, a Sony Pictures, comunicou aos cinemas que o longa-metragem será retirado de exibição no país a partir da próxima quarta-feira, dia 2. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.

A troca de e-mails entre representantes da Sony e de um cinema em São Paulo foi acessada pelo veículo. No e-mail, um funcionário da empresa avisa que o longa-metragem, sob a direção de Walter Salles, será retirado do cartaz para ser lançado na plataforma Globoplay, administrada pelo Grupo Globo.

Em entrevista ao jornal, o proprietário do local afirmou que tal procedimento não é habitual. Ele menciona o caso do filme “Substância”, protagonizado por Demi Moore e dirigido por Coralie Fargeat, que teve sua exibição ocorrendo ao mesmo tempo nos cinemas e em plataformas de streaming.

A Sony afirmou que a obra teve “uma trajetória linda, longa e exclusiva nos cinemas, com mais de 20 semanas em cartaz”. No entanto, destacou que “na 21ª semana, com mais de 5,8 milhões de espectadores, é natural a queda na presença de público nos cinemas”.

BNDES aprova investimento para produtora do filme Ainda Estou Aqui

O investimento de R$ 32 milhões na Conspiração Filmes, produtora da obra “Ainda Estou Aqui”, foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Esse financiamento é realizado através do Fundo Setorial do Audiovisual, uma categoria criada pelo BNDES em colaboração com a Agência Nacional de Cinema e o Ministério da Cultura.

“A cultura, que em outros tempos foi perseguida, voltou a ser valorizada no governo do presidente Lula, e o BNDES está retomando o protagonismo no apoio audiovisual, um setor que gera emprego e renda e que dá visibilidade à identidade nacional”, disse Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

O programa quer promover “infraestrutura, inovação e acessibilidade”, tal como fortalecer as empresas ao longo da cadeia produtiva. As informações são da Revista Oeste.

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Redação Fala Aí Notícias

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